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Dos povos Celtas aos Celulares

  • Post category:Plantas
Hoje comecei as 6:30 horas a mexer com as plantas para a montagem dos jardins medicinais, para a filmagem do longa metragem Dos povos Celtas aos Celulares. Não sou artista, não sou ateu, sou um ATOA, aquele Açoriano que não faz nada e faz tudo.
Essa linda pediu para tirar, pois o famoso aqui sou eu. Já disse em outras que sou exibido.

Contei muitas histórias, das BRUXAS, lendas da Ilha, histórias das plantas para os artistas, dei para cheirar a alfavaca do homem, nosso perfume usado nas festas. Nos bailes, os homens colocavam no bolso da camisa, e a mulher dentro do sutiã, perfume doce, dava todo um clima, era o nosso ylang-ylang, vou postar em outra oportunidade esse perfume afrodisíaco.

Não vou contar pata vocês as histórias de bruxas, pois podes ter sonhos bruxólicos, amanhecer com a cama todo molhada e com a roupa toda rasgada, com o corpo cheio de manchas, com a garganta inflamada…..credo-cruz!! pela cruz de Simão!!!

As mulheres açorianas eram usadas pelos homens como se eles fossem os donos delas. Mulher presa em casa com todos os afazeres esperando o seu homem de perna aberta, aquele homem que ia pescar, mas aproveitava para dar seus pulinhos, fazer festas, tomar cachaça nas vendas.

Nesse mundo dos homens grosseiros que apareceu essa MULHER poderosa, libertadora, diferente em seu vestir, hábitos noturnos, com olhar diferente. E esse homem grosseiro, dominador das mulheres, começou a respeitar por medo das mulheres BRUXAS.

Nunca um homem pode subestimar uma mulher, pois elas são seres inteligentes. Ninguém pode dizer que conhece uma mulher e homem numa única olhada se conhece pro resto da vida.

CUIDADO VOCÊ PODE ESTAR DORMINDO COM UMA BRUXA.


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Este post tem um comentário

  1. Rizia

    “Os fragmentos das diversas mitologias indo-europeias constituem uma fonte importante. É certo que esses fragmentos pertencem a diferentes épocas e nos foram transmitidos por documentos heterogêneos e de desigual valor: hinos, textos rituais, poesia épica, comentários teológicos, lendas populares historiografias, tradições tardias registradas por autores cristãos após a conversão dos povos da Europa central e setentrional. […] No entanto, se tais tradições concordam em todos os pontos com o mito védico, é difícil duvidar do seu caráter comum indo-europeu, sobretudo se tal confronto não aparece isolado, mas deixa-se articular em um sistema.” (A religião dos indo-europeus e os deuses védicos. In História das crenças e das ideias religiosas Vol. I Mircea Eliade)

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